Devaneios e afins.

sábado, 23 de janeiro de 2010

Plaza de Armas




Alvorada de cargas nas costas, baja! baja! baja! Vira ali, diz o senhor uma esquina que se vira é uma porta que se abre. A Plaza é de Armas mas só há cruzes em volta. Terror que treme os ossos da gente que chega e imagina por onde começo a olhar, cavocar entre as ruelazinhas uma senhora Magda,enviada do além no caminho pedregoso.
A gente não demorou a perceber: os incas dormem nas pedras e jamais poderão matá-los. Ainda assim com cruzes mataram-nos todos.


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