Devaneios e afins.

sábado, 23 de janeiro de 2010

Conversa de um

Na esquina do olho uma espera qualquer palavra que seja ,você quer. Não digo. Por que sempre tem que ter opinião e emendar um banal rompante do silêncio, laço, que talvez seja o único e que atiramos. No rebuliço de um papo furado contento-me com a voz alheia, eco no silêncio do fim de tarde. Não há tempo aí fora não, enganaram-nos.
É só uma noite que cai

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