Um céu de papel. No último dia de trabalho de 2008, a burocracia da cidade grande mostra enfim sua humanidade. Na sua boca, seu cabelo, enroscado no sapato, por toda a calçada é papel, caído das janelas do alto dos edifícios. É assim que a gente vive, mostram os malandros cariocas. Dezoito horas e nenhuma cadeira vaga em boteco algum. É 30 de janeiro e a despedida do ano já começou. No coração do centro financeiro da metrópole vem vindo o bloco de carnaval. É tanta paz que meus pensamentos calaram. Na certa foi coisa do batalhão de santinhos já benzidos que minha irmã carrega na bolsa.
Devaneios e afins.
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
Assinar:
Postagens (Atom)